domingo, 23 de fevereiro de 2020

Ghost Heart More than 3,200 people are on the waiting list for a heart transplant in the United States. Some won’t survive the wait. Last year, 340 died before a new heart was found. The solution: Take a pig heart, soak it in an ingredient commonly found in shampoo and wash away the cells until you’re left with a protein scaffold that is to a heart what two-by-four framing is to a house. Then inject that ghost heart, as it’s called, with hundreds of millions of blood or bone-marrow stem cells from a person who needs a heart transplant, place it in a bioreactor - a box with artificial lungs and tubes that pump oxygen and blood into it - and wait as the ghost heart begins to mature into a new, beating human heart. Doris Taylor, director of regenerative medicine research at the Texas Heart Institute at St. Luke’s Episcopal Hospital in Houston, has been working on this— first using rat hearts, then pig hearts and human hearts - for years. The process is called decellularization and it is a tissue engineering technique designed to strip out the cells from a donor organ, leaving nothing but connective tissue that used to hold the cells in place. This scaffold of connective tissue - called a “ghost organ” for its pale and almost translucent appearance - can then be reseeded with a patient’s own cells, with the goal of regenerating an organ that can be transplanted into the patient without fear of tissue rejection. This ghost heart is ready to be injected with a transplant recipient’s stem cells so a new heart - one that won’t be rejected - can be grown.
sentir a ausência das tuas ilhas. tudo o que não se sabe é tudo o que se deixa,

sábado, 22 de fevereiro de 2020

reza a história de que ela não (as) deixava - as palavras - as mãos que não agarram quaisquer verbos, a ausência das que nos habitam de corpo inteiro os dias prematuros. foi uma para cada lado, a ensurdecer o amor que se manipula por de fora da pele. fugiram, a ecoar no avesso como um seio ausente, quando se encostam na expressão dos dias. pensa como seria o seu corpo, quando a distância não precisa de mais nada senão de existir para crescer

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

admitir que não sei do esquecimento, do coração que se asfixia por dentro da memória

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

sei do tanto que tenho para te dizer, do debruçar no poema, na possibilidade da queda - escorregar pelos cabelos, len ta men te, nos dias de veias ardidas. são os caminhos solitários [por dentro de mim], cada vez que te quero dizer que gostaria de te amar, no ousar dos corpos entrelaçados debaixo dos lençóis. tenho esta dor que se escreve e me atravessa, nas arestas do tempo [ a dor que fala, que por vezes grita], a fracção de desejo e saliva, a deixar reticências sobre a pele. as promessas ritualizadas no país habitado pelo amor que se escreve cinza e silêncio. [o corpo, no avesso das emoções. o pensamento, na distância de asas abertas] e o amor que sinto por ti, é a pele a voar mar adentro da memória o amor, por que esperei, e que será meu para sempre

domingo, 16 de fevereiro de 2020

chegaste a desenhar um coração na distância do meu peito ao teu encontrei-te dentro dos olhos, com o brilho da recordação da fome das tuas mãos. é a transparência dos teus dias claros é o teu corpo, à altura do desejo é toda a ternura quando me dizes: três vezes amor
I could be an organ donor, the way I give up my heart